Planejamento
07/05/2011
Data:
07/05/2011
Local:
Parque, quiosque e gramado.
Horário
de Inicio: 10:00h
Horário
de Finalização: 11:30
Responsável:
Mariana e Tatiane
Objetivo do Encontro: Retomar as
atividades teatrais junto às crianças (já que tivemos um intervalo de 15 dias)
I-
10:00
ás 10:15- 15 Min. de Atividade Livre no Parque;
II-
10:15
ás 10:30- Duas voltas em volta da escola: Na Primeira volta: gritar, cantar
falar, andar rápido, correr, etc... Segunda Volta: Silenciar e observar o
caminhar (estimulados pela fala de uma das educadoras) e após chegar no Gramado
ficar em silêncio aguardando todos chegarem para fazer a roda;
III-
10:30
ás 10:40- Roda do Olhar. Música: Blues And Friends/ Adriano Ginsberg e Edu
Gomes;
IV-
10:40
ás 11:00- “Ponte viva”: todas as crianças deitadas no chão deverão impedir (de
forma não violenta) que as outras passem até o final, quando o que estiver passando
chegar o do final inicia a passagem;
V-
11:00
ás 11:20- Improvisação: em dupla uma criança inicia uma história e após o pare
da educadora eles ficam parados e na sequência entra um novo personagem que
rela em um dos atuantes para sair de cena e a história continua. Nesse momento
incentivar a noção de palco, de voz, de postura e de gestos.
VI-
11:20
ás 11:30- Cada um deve escolher uma palavra Roda do Olhar: Mão na cabeça, mão
no coração e dizer a palavra escolhida bem alto. Abraços, muitos abraços...
Providências:
- Separar Rádio;
- Gravar e Separar CD Adriano Ginsber e Edu Gomes;
- Separar e levar ao Local Aparelho de som;
- Limpar o quiosque;
- Separar máquina fotográfica.
Registro do Encontro de 07/05
Após 15 dias, as
atividades foram retomadas. Tivemos a presença voluntária da Carol (Uma amiga
simpatizante de teatro e com vontade de trabalhar voluntariamente com crianças),
que nos ajudou em todas as atividades deste encontro.
Foi constatada nos últimos encontros, a vontade que as crianças
têm de ficarem alguns minutos no parque, dentro de uma atividade livre.
Tentamos, em outras vezes, deixar esses minutos no parque para o final do
encontro, mas não deu certo por algumas razões, e a principal parece ser que
eles ficam extremamente ansiosos, e com dificuldade de concentração nas outras
atividades decorrentes dessa espera. Pensando nisso, no planejamento deste
encontro foi colocada a tentativa de deixar esse tempo logo para o começo do
encontro. Tentativa essa em que
obtivemos sucesso; conversamos antes de liberá-los para o parque que seriam 15
minutos e logo que acabasse esse tempo, nós começaríamos nossas atividades
teatrais..., e assim foi feito (com um pouco de demora por parte de alguns, mas
nada fora do esperado). Algumas curiosidades: logo que falamos que teriam esse
tempo eles perguntaram se “poderiam falar” enquanto brincavam no parque; o
componente curioso foi que associaram a nossa “permissão” com a atividade
proposta em outro encontro, o de brincar no parque sem falar.
Tão logo nos reunimos, foi proposta a nova atividade. A primeira
volta em que dariam na escola com total liberdade de movimentação (correr,
andar rápido, rodar) e de poder gritar, falar o que quisessem... Enfim, um
extravasamento. Correram e gritaram, chegaram até um pouco “cansados” dessa
primeira volta. Na segunda, seguiram a proposta, andaram devagar, alguns
realmente se concentraram e observaram o caminhar.
A roda do olhar foi feita de forma costumeira, como havia
dois novos integrantes que não conheciam a proposta da roda, foi-lhes
apresentada a atividade e explicado em que ela efetivamente consistia; a roda é
sempre um momento em que eles riem, se divertem, dançam e cada dia mais perdem
a inibição de olhar nos olhos uns dos outros.
A ponte-viva foi uma ótima
atividade, depois que visualizaram como seria a atividade, (quando já estavam
deitados no chão nas posições indicadas) eles entraram muito no “clima” e
interagiram entre si e com as educadoras, que também participaram da atividade.
Foi um momento em que eles construíram suas técnicas de se desvencilhar da
ponte, assim como a de tentar impedir que os outros passassem. Apenas uma
criança não quis participar, a “A. J”, que entrou na semana anterior à do dia
07 e ainda estava se adaptando ao ritmo das atividades (esta pediu para Marina
para não participar). Fora ela, tivemos uma boa aceitação da atividade e até
crianças que costumam não participar, participaram ativamente.
Na improvisação das duplas, eles se
mostraram tímidos e querendo combinar antes o que fazer, ao invés de
improvisarem e criarem espontaneamente. Muitos fizeram brincadeiras como
pega-pega, esconde-esconde; e as duplas que fizeram subsequentemente repetiram
diversas vezes; mas tiveram os que ousaram mais: contaram histórias, etc. Em
geral, o saldo foi positivo, apesar das repetições, da timidez por parte de
alguns e de não mergulharem por inteiro na tarefa de improvisar.
Depois outra atividade, que não
constava no planejamento, mas ia de encontro com a anterior, foi incorporada.
Tatiane dividiu o grupo em três grupos menores (de cinco, seis pessoas) e pediu
para que combinassem algo para apresentar aos demais, o tema era livre, mas era
uma “encenação” que os grupos combinariam em conjunto. As três
encenações foram: Alice no País das Maravilhas, Chapeuzinho Vermelho, e a de um
show de uma banda.
As duas primeiras
começaram normalmente, como todos participando, porém no decorrer da
participação eles ficaram conversando sobre o que iriam fazer ali e
esqueceram-se de se preocupar com o fato de que já estarem se apresentando num
“palco” frente a um “público”. A
terceira começou com poucos querendo participar, alguns quietos e extremamente
tímidos, mas durante todos do grupo (do terceiro grupo) se misturaram e os que
se sentiram mais a vontade cantaram e outros dançaram; ambos conforme seus
próprios gostos.
Na roda de término, cada um falou sua palavra (que infelizmente, eu –Marina- me esqueci de anotá-las) bem alta, e foi encerrado o encontro com todos de mãos dadas batendo palmas.
Na roda de término, cada um falou sua palavra (que infelizmente, eu –Marina- me esqueci de anotá-las) bem alta, e foi encerrado o encontro com todos de mãos dadas batendo palmas.
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